domingo, 19 de abril de 2015






Fue un Australiano hace casi 100 años, quien descubrió el segundo y desconocido sistema de comunicación hablada humana, el llamado lenguaje inverso o Reverse Speech, mientras en nuestra vida cotidiana utilizamos el habla natural con nuestro consciente, el subconsciente incluye mensajes inversos en las frases muy reveladores.

Foi o autraliano faz quase 100 anos, quem descobriu o segundo e desconhecido sistema de comunicação falada humana, a chamada Linguage inversa ou Reverse Speech, enquanto em nossa vida cotidiana utilizamos a fala natural com nosso consciente, o subconsciente inclui mensagens inversas nas frases muito reveladoras.

Sobre este misterio, hablamos en el siguiente videoprograma

Sobre esse mistério, vamos falar no seguinte videoprograma





Fonte: http://www.mundodesconocido.es/el-secreto-lenguaje-inverso-reverse-speech.html

domingo, 12 de abril de 2015

VII Cumbre de las Américas


A presença do mandatário de Cuba, Raul Castro, marca um momento histórico na política mundial. O líder Cubano deu uma aula histórica e destacou que as relações diplomáticas com os Estados Unidos é um grande avanço, porém, é preciso ir em busca das negociações para acabar com o bloqueio econômico. 


Emocionantes e históricos discursos 





Atenção: Você não verá esse momento na imprensa brasileira.

sábado, 4 de abril de 2015

Moto irada



                                                                 Foto/ Autor desconhecido

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Jornalismo tendencioso ameaça sobrevivência do sistema Globo


A Globo caminha para a quebra. Se isso acontecer será culpa quase exclusiva de seu Departamento de Jornalismo. É que se alguém quiser se aproveitar da situação para comprar a Globo encontrará a seu favor o mais arrogante, mais pretensioso, mais insolente grupo de “formadores de opinião” como nunca se viu antes na história deste país, e com poderes ilimitados. Isso porque os donos são ausentes ou incompetentes, e nada trava a libertinagem televisiva e jornalística que se enfia goela baixo do cidadão daqui e do exterior, todos os dias, num exercício jamais observado de manipulação política pela via da emoção.

Há dois patamares no caminho da Globo para o fracasso. O primeiro é o Jornal Nacional, ligeiramente mais discreto na sua cruzada diária pela desinformação. Conduzido por William Bonner, que lembra um propagandista de sabonete, traz sempre uma mistura bem preparada de fatos e emoção direcionada para a busca de telespectadores a qualquer custo, mesmo quando esse custo significa subverter a verdade. A distorção a favor dos ricos é limitada apenas pelo medo de perder audiência no horário nobre, na medida em que grande parte dela é de famílias pobres beneficiárias dos programas sociais do PT.

É no Jornal da Globo, contudo, que os noticiaristas e comentaristas da Globo saem do armário. Aí a manipulação da opinião pública passa a ser um jogo aberto. Começa com a figura burlesca de William Wack anunciando todas as pragas do Egito sobre o Brasil. Ele tem, como o JN, prazer em noticiar tragédias, coisas que comovem. Mas, com muitos graus de emoção sobre o Jornal Nacional, despeja na audiência, formada sobretudo por gente de classe média que não tem compromisso com horário no dia seguinte, o que essa audiência enviesada quer ouvir na sua sanha lacerdista de apelos hipócritas contra a corrupção.

Mas William Wack é um casca grossa: manipula o noticiário de acordo com suas preferências pessoais, acrescentando ao sabor da notícia deformada esgares de palhaço de circo. Cabe a Sardenberg um papel aparentemente mais sutil, como me observou Jânio de Freitas, o maior jornalista político do Brasil em atividade, já que ele é mais venenoso por divulgar os conceitos da economia política favoráveis aos ricos dentro de uma carcaça insidiosa de neutralidade técnica, como todo bom charlatão. Ele agrada aos poderosos e ao mesmo tempo engana os pouco pobres que resistem a assistir a tevê até de madrugada.

O Jornal da Globo tem, portanto, uma interação intelectual e moral afetiva com ricos e poderosos. Sua eficácia, conforme Marx, está no fato de que a ideologia da sociedade é a ideologia da classe dominante. Quando a classe dominante dispõe inteiramente da mídia, sem concorrência – porque, no campo da ideologia, a quase totalidade dos maiores jornais, revistas e tevês está do lado e de mãos dada com uma direita sórdida e indiferente aos destinos da sociedade -, o campo político fica inteiramente aberto, inclusive para golpes brancos.

Poderia continuar enchendo laudas e laudas de adjetivos contra a dupla do Jornal da Globo e contra outra dupla igualmente perniciosa para a democracia, os comentaristas do jornal Globo Míriam Leitão e Merval Pereira. Este não merece muita tinta, porque é apenas ignorante – na acepção semântica da palavra. Míriam, porém, como Sardenberg, é astuta. Passa a ideia de que sabe economia, quando o que realmente sabe é identificar economistas de direita, como ela, e dar-lhes espaço franco em sua coluna diária e sórdida na Globo News.

O noticiário econômico brasileiro, de jornal e de tevê, está dominado por entrevistas e artigos de economistas de banco. Galbraith, com sua fina ironia, dizia que não se sentia à vontade para acreditar em opiniões econômicas de quem tem interesse próprio em jogo. A rede Globo e os jornalões, assim como as revistas semanais (exceto Carta Capital), apoia seu noticiário econômico em economistas de banco com o maior descaramento. Assim, são os economistas de banco que estão fazendo a cabeça de milhões de brasileiros sobre economia.

Trabalhei anos na editoria econômica do Jornal do Brasil, de que fui subeditor, e jamais entrevistei um economista de banco. Trabalhei anos como repórter econômico da Folha de S. Paulo e jamais entrevistei, para publicação, um único economista de banco. Agora são esses economistas que dominam o noticiário econômico com seus próprios interesses. Acaso é esse tipo de liberdade de expressão e de opinião publicada que interessa ao Brasil? Ou é o momento em que se deve pensar em dividir o monopólio do Globo e fomentar um novo jornal no Rio para o Brasil?

P.S. Não é do meu estilo fazer ataques pessoais. Entretanto, o Sistema Globo foi dividido em três capitanias, uma para cada herdeiro, e as capitanias em sesmarias, cada uma sob o comando de um jornalista no caso do Departamento de Jornalismo. Assim, não adianta falar, quando se trata de formação de ideologia, de um sistema global. É preciso identificar pessoalmente os donos das sesmarias jornalísticas, como procurei fazer. Não fosse tão grande o Sistema Globo, amainaria minhas críticas. Como é grande demais, e eu muito pequeno, pode perfeitamente suportar o choque!


*Jornalista e economista, doutor em Engenharia de Produção pela Coppe/UFRJ, autor de mais de 20 livros sobre a Economia Política brasileira, dos quais o último é “A Razão de Deus”.

Fonte: http://www.revistaforum.com.br/blog/2015/04/jornalismo-tendencioso-ameaca-sobrevivencia-do-sistema-globo/

sábado, 28 de março de 2015

O que é um Egregor?



Neste vídeo programa falamos sobre as criações mentais chamadas Egregores entes produzidos pela mente , capaz de materializar e executar atos ou intervir sobre acontecimentos sinistramente.

Na antiguidade os grande magos ( magos negros e brancos) sabiam como criar esses seres a cavalo entre o mundo material e espiritual para efetuar feitos, curar enfermos ativar guerras ou aliviar males.

Para falar dos Egregores, temos novamente e depois de dois anos de ausência no Mundo Desconocido Javier Pérez Nieto, quem nos contara como são essas entidades e incluso nos relatará uma experiência que teve há anos onde ele pode ver um desses Egregores. 



 


Fonte: http://www.mundodesconocido.es/que-es-un-egregor.html

domingo, 22 de março de 2015

A Matrix é uma mente




El mundo real que nos rodea, es solo una mera ilusión, la realidad que sentimos, tocamos, vemos y olemos es una percepción de nuestra mente, formamos parte de la creación de una mente superior y nosotros también creamos con nuestra mente.
 
O mundo real que nos rodeia, é só uma mera ilusão da realidade que sentimos, tocamos, vemos e olhamos. É uma percepção da nossa mente, formamos parte da criação de uma mente superior que nós também criamos com nossa mente.
 
Asimismo, nosotros, podemos programar nuestro destino con ideas como códigos o “Scripts” que son leídos y creados por la Matrix para nuestra satisfacción o nuestra destrucción, la elección es nuestra.
En el siguiente videoprograma, hablamos de todo esto y lo explicamos gráficamente.
 
Assim mesmo, podemos programar nosso destino com idéias como códigos o " scripts" que são lidos e criados pela Matrix para nossa satisfação ou nossa destruição, a eleição é nossa. No seguinte videoprograma falamos de tudo isso e explicamos graficamente.
 
 
 
 
 
Tradução: Paulo Carboni