segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Bresser Pereira aponta ocaso do neoliberalismo






"Sem alarde, sem discursos ideológicos, o que vemos é o abandono do liberalismo econômico e o fortalecimento do desenvolvimentismo. Em lugar do agressivo laissez faire neoliberal, os Estados voltam a se preocupar em defender suas empresas e promover o desenvolvimento", diz o cientista político

21 de Outubro de 2013 às 07:54

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A revolução não será televisionada - O golpe na Venezuela

 
Documentário de Kim Bartley e Donnacha O'Briains sobre o golpe ocorrido na Venezuela em abril de 2002. O golpe foi consumado, pois não houve resistência de Hugo Chávez que foi preso. As manifestações e o apoio de militares fiéis ao país enfraqueceram os golpistas e Chávez retornou ao governo.  Participação clara da midia privada, empresários e militares oposicionistas no golpe, além de declarações do governo americano de apoio ao golpe na Venezuela.
 
 
 
 

Efeito telecinese em café assusta pessoas durante divulgação de Carrie – A Estranha

 
Já pensou estar em café, sentado tranquilamente, quando de repente uma garota ergue um homem pela parede sem sequer tocá-lo e arrasta todas as mesas com um simples gesto das mãos? A divulgação de Carrie – A Estranha deixou várias pessoas assustadas em uma ação realizada dentro de um café de New York. Um vídeo destacando a reação das pessoas foi divulgado hoje na internet.

Em Carrie – A Estranha, que estreia em 6 de dezembro, Carrie White (Chloë Grace Moretz), uma garota tímida rejeitada por seus colegas e super-protegida por sua mãe profundamente religiosa (Julianne Moore), traz o terror telecinético para sua pequena cidade após sofrer uma brincadeira de mal gosto durante o baile de formatura.
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Joaquim Barbosa e a ética do ódio





Tijolaço:


Joaquim Barbosa e a ética do ódio

Joaquim Barbosa, o presidente do Supremo Tribunal Federal, tem um defeito terrível em seres humanos e imperdoável em juízes.

O ódio.

Barbosa tem outro defeito, imperdoável em seres humanos e inaceitável em juízes ou em qualquer um que ocupe função pública.

Deixar que os ódios pessoais interfiram em sua ação funcional.

Ambos, próprios da almas miúdas, são a negação do que a balança e a venda simbolizam na Justiça.

E isso se revelou de forma didática no episódio estarrecedor, narrado hoje pelo
Estadão, onde Joaquim Barbosa  ”pede a cabeça” de uma servidora pelo fato de ela ser casada com um repórter do jornal que cobre o Supremo Tribunal Federal, a quem trata como um desafeto.

E o faz com a arrogância própria de quem considera seus pares no Tribunal como quase subordinados, a quem, com os devidos floreios de linguagem, devem seguir suas vontades.

Seria diferente se o caso se enquadrasse em alguma regra ou norma do STF e de todo o Judiciário que proibisse a cessão de servidores de outros órgãos recém-aprovados para aquelas repartições.

Porque a lei, sempre afirmam, é erga omnes, é para todos.

Mas não é assim.

É um ato dirigido contra uma única pessoa e sua motivação é exclusivamente o ódio que vota a seu companheiro, a quem já mandou “chafurdar no lixo”.

Como, depois de um ato assim, dizer impossível que outros fatos, como a prisão da jornalista do Estadão, semana passada, em sua palestra na universidade americana de Yale, não derivem de seus arreganhos autoritários?

Joaquim Barbosa copia o pior da mente do senhor das fazendas coloniais: a ideia do poder absoluto.

“Não vou com a cara dela” não é motivação legítima para um ato de autoridade, mesmo o de solicitar algo a outro ministro.

Até aí apenas horrível, mas é seu direito, desde que não extravase para seus atos e seja apenas mais um espasmo a lhe motivar caretas e muxôxos quando não se vê atendido.

Quando isto passa ao mundo dos fatos administrativos ou jurídicos, deixa de ser horrível para ser intolerável.

E quando isso ocorre com o presidente da mais alta corte do país, passa a colocar em risco todo o equilíbrio da Justiça.

O Dr. Joaquim Barbosa tem um tamanho pequeno demais para o cargo que ocupa.

E critérios éticos  e de decoro diferentes para si e para os outros, como se provou no episódio da constituição de uma empresa fictícia para livrar-se dos impostos da compra de um apartamento em Miami.

Um mérito, porém, não se pode lhe negar.

O de mostrar, pela negação, a grandeza que um magistrado deve ter.



http://oglobo.globo.com/in/10051336-3cd-442/FT500A/Barbarapaz.jpg
 
Por: Fernando Brito


Fonte:  http://saraiva13.blogspot.com.br/2013/10/joaquim-barbosa-e-pequeno-demais-para-o.html